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Iniciativa com mulheres privadas de liberdade em Cáceres auxilia na reinserção social

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Mulheres privadas de liberdade da Cadeia Pública Feminina de Cáceres fizeram apresentação musical na tarde dessa segunda-feira (30 de janeiro), no auditório do Fórum da Comarca local. O momento de descontração, aliado às aulas que elas têm na unidade prisional, auxilia na ressocialização e valorizam o ser humano.
 
Com o tema “Música (en)cadeia: canto, dança e poesia”, a ideia nasceu de um trabalho de doutorado em música com esse público feminino, realizado por Margarete Kishi Diniz, natural da cidade. Após concluir sua tese, ela quis colocar em prática a iniciativa, por meio de trabalho voluntário.
 
A solicitação para a realização do projeto foi direcionada ao juiz da Vara de Execuções Penais, Elmo de Lamoia de Moraes, que solicitou à Secretaria de Administração Penitenciária autorização para que as aulas ocorressem dentro da Cadeia Pública.
 
“Encerramos o projeto com essa apresentação. A própria professora informou que a musicalização aflorou o lado sensível há muito tempo esquecido dessas mulheres. Esse projeto é importante porque resgata a sensibilidade, auxilia na ressocialização delas para quando forem reinseridas na sociedade”, afirma o juiz.
 
O magistrado fala da importância da ação voltada às mulheres privadas de liberdade. “Considero uma iniciativa muito válida porque a mulher privada de liberdade tem características diferentes do homem que está recluso. Muitas vezes elas são esquecidas nas unidades prisionais por terem estruturas menores. Geralmente projetos assim são destinados a unidades prisionais masculinas, porque alcançam número maior de pessoas”, disse o juiz.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto horizonta. Reeducandas de pé, uma ao lado da outras, durante apresentação. A professora de música está de frente para elas.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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