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Gabinete de Crise deflagra operação para cumprir decisão do STF

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O Gabinete de Gerenciamento de Crise da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) deflagra, na tarde desta quarta-feira (11.01), operação para conter manifestação marcada para o fim do dia, na Praça das Bandeiras, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Av do CPA), cumprindo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão do STF determina que as forças de segurança não permitam a ocupação e bloqueio de vias e espaços públicos e, para que isso, os policiais farão barreiras de trânsito e fecharão os acessos à praça. O STF também determinou prisão em flagrante e multas, que vão de R$ 20 mil a R$ 100 mil, para os que descumprirem a ordem judicial.

O Gabinete de Crise é formado pelas Polícias Militar, Civil, Rodoviária Federal (PRF) e Federal (PF), Politec, Corpo de Bombeiros e órgãos de inteligência.

O Governo de Mato Grosso reforça que não compactua com movimentos que impedem as garantias de direitos e o ir e vir das pessoas e atos de vandalismo.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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