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Polícia Civil cumpre mandados contra agressores que chatagearam e ameaçaram ex-companheiras

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A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá cumpriu, nesta segunda-feira (01.04), dois mandados de busca e apreensão contra investigados por violência doméstica que estavam ameaçando e chantageando suas ex-companheiras.

Um deles estava usando perfil falso em rede social para ameaçar e enviar imagens de seu órgão genital e perturbar a ex-parceira.

No ouro caso investigado, o ex-companheiro ameaçava divulgar imagens íntimas da vítima, após ela terminar relacionamento e exigir que ele quitasse as parcelas de uma motocicleta que o suspeito se negava a pagar.

O delegado da DEDM Cuiabá, Cley Celestino representou pela busca e apreensão dos celulares dos agressores, com o intuito de cessar as ameaças e subsidiar as investigações a fim de trazer a condenação dos crimes praticados pelos autores.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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