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Polícia Civil cumpre prisão de autor de furto ocorrido em 2017 em Barra do Garças

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garça, cumpriu mandado de prisão de criminoso contumaz na prática de crimes de furto, receptação e roubo na região.  

O crime praticado pelo suspeito que resultou na expedição do mandado foi um furto ocorrido no dia 16 de fevereiro de 2017, quando três criminosos invadiram uma residência no bairro Jardim Nova Barra sul e furtaram diversos objetos.

O furto ocorreu no período da manhã, quando aproveitando da ausência dos proprietários, um dos criminosos pulou o muro da casa, arrombou a porta, e subtraiu os objetos, que foram entregues por cima do muro ao comparsa que aguardava do outro lado. Os objetos foram colocados dentro do veículo do terceiro suspeito que esperava pelo desfecho.

Uma vizinha viu toda a cena e fez contato com a proprietária da casa. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu localizar e apreender os objetos, conduzindo os presos à Delegacia de Polícia Civil, onde foi lavrado o flagrante. Ao final do processo, o criminoso foi condenado em sentença de prisão definitiva, para cumprimento da pena aplicada em regime fechado.

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O condenado que já utilizava de tornozeleira eletrônica como medida cautelar de outro crime, teve o mandado de prisão cumprido e foi encaminhado à Cadeia Pública de Barra do Garça-MT, à disposição da Justiça.

“Esse foi o desfecho final resultante da investigações desencadeadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos, que busca sempre, em nome da Segurança Pública, elucidar os crimes patrimoniais ocorridos no município”, disse o delegado adjunto da Derf Barra do Garças, Joaquim Leitão Júnior.

“Os resultados alcançados pela DERF-BG são frutos da dedicação dos delegados, escrivães e investigadores, que buscam com afinco e muita dedicação elucidar os crimes patrimoniais ocorridos”, disse o delegado titular da Derf, Nelder Martins Pereira.

Fonte: PJC MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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