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Mulher é presa pela PM por vender droga em casa em São José do Rio Claro

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Policiais militares de São José do Rio Claro prenderam em flagrante uma mulher de 19 anos por tráfico de drogas, nesta terça-feira (08.08). Ela usava a casa como ponto de venda de comercialização de entorpecentes.

A PM foi até a casa da mulher depois de receber informações da Polícia Civil de que a suspeita estava com grande quantidade de entorpecentes.

Ela foi encontrada na frente da residência com um tablete de droga nas mãos. Os policiais a abordaram e ela confessou que era integrante de uma organização criminosa e que vendia drogas no local.

Perguntada se havia mais entorpecente na casa, a suspeita indicou o local onde as drogas estavam enterradas. Foram encontrados 10 tabletes de maconha, um tablete de pasta base de cocaína e uma balança de precisão.

Em seguida, a suspeita recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzida para a Delegacia da cidade, com todo o material apreendido.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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