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Empresária envolvida em esquema de transporte de 175 kg de cocaína tem prisão cumprida em Tapurah

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Uma empresária envolvida no planejamento, organização e apoio no transporte de 175 quilos de cloridrato de cocaína, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, na quinta-feira (23.12), em ação realizada pela Delegacia de Tapurah (433 km a Médio-Norte de Cuiabá). A grande quantidade de entorpecente foi apreendida no dia 06 de dezembro no município de Jangada, em uma ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar.

Segundo as investigações da Delegacia de Tapurah, conduzidas pelo delegado Guilherme Pompeo, a empresária foi responsável por toda logística relacionada a droga, tendo alugado uma caminhonete para carregamento e transporte da droga e também cedido um funcionário para conduzir o veículo que buscou o entorpecente com outro integrante da organização criminosa.

Durante o percurso, os responsáveis por buscar a droga tiveram um problema mecânico com a caminhonete, ocasião que a empresária foi ao encontro deles na rodovia, e emprestou o próprio carro dela, um Hyundai I30, para que eles seguissem viagem.

Quando a empresária foi abordada pela Polícia Civil em posse da caminhonete Amarok, eles já haviam baldeado a droga para o outro carro. Com as informações coletadas sobre o Hyundai I30, a equipe da Delegacia de Tapurah repassou os dados do veículo à PM, que conseguiu interceptar o carro carregado com a droga na BR-163, na altura do município de Jangada.

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Como a empresária não estava com nenhum material ilícito no momento da abordagem não foi possível realizar a sua prisão em flagrante na data dos fatos, porém com base nos elementos apurados durante as investigações, o delegado Guilherme Pompeu representou pela prisão preventiva da suspeita que foi deferida pela Justiça e cumprida na quinta-feira (22) pelos policiais da Delegacia de Tapurah.

“Nas investigações, ficou claro que ela foi a responsável por planejar todo esquema de logística da droga, sendo pedido pela prisão preventiva da suspeita por ter se associado à organização criminosa e pelo remetimento da grande quantidade de drogas”, explicou o delegado.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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