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Mais próximo da sociedade: Judiciário abre as portas para estudantes na comarca de Aripuanã

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Estudantes da Comarca de Aripuanã (distante 1.002 km a Noroeste de Cuiabá) tiveram a oportunidade de conhecer o fórum do Município e conversar com servidores sobre os serviços desenvolvidos e as carreiras possíveis no Judiciário. A ação foi desenvolvida e coordenada pelo juiz Pedro Toaiari de Mattos Esterce. Ao todo 75 alunos do 7º ano, com idades entre 11 e 12 anos participaram da atividade cidadã.
 
A iniciativa atendeu a Recomendação 136/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de promover a abertura do Fórum da Comarca de Aripuanã para visitação de crianças e adolescentes. Foi enviado convite para as Secretariais Municipal e Estadual de Educação. As vistas foram agendadas, sendo realizadas em dois grupos. Turmas A (38 alunos) e B (37 alunos), todos devidamente matriculados no 7º ano da Escola Municipal Jari Edgar Zambiasi.
 
Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as dependências do fórum e ouvir servidores de vários setores, podendo compreender melhor a sistemática do Judiciário. Nas mesmas oportunidades também foram realizadas palestras por um policial militar. Ele abordou a carreira e a segurança institucional. A garotada ainda tomou um café da manhã no local. Todo o encontro foi gerido e supervisionado pessoalmente pelo magistrado, que fez as devidas apresentações. Foram tiradas dúvidas dos adolescentes, eles ainda tiraram fotos utilizando a toga do magistrado, um estímulo aos jovens para seguir a carreira jurídica e a despertarem interesse pela temática judicial.
 
“Esse é um Projeto que sempre quis participar. A criança é uma tela em branco e somos nós quem precisamos colorir seu universo da forma mais bonita possível. Muitas só conhecem o juiz como ‘a pessoa que prendeu meu pai’ e não se veem próximos da realidade do Judiciário. Com esse programa, conseguimos inspirá-las a ser o que quiserem, inclusive, servidoras públicas. Por isso trazemos os Oficiais de Justiça, os Policiais, os Gestores, para conversar. O Judiciário é muito mais do que o Juiz e a oportunidade nele é muito maior do que a magistratura. Estamos falando do alicerce para construção da nossa sociedade”.
 
#ParaTodosVerem: Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto horizontal colorida. Foto 1. O juiz está em pé do lado esquerdo da foto e à direita todos os estudantes sentados em longarinas. Eles prestam atenção o juiz que está de vestes talares. Foto 2. O magistrado sentado e cercado pelos estudantes. Todos olham para a câmera fotográfica.
 
Ranniery Queiroz
Assessoria da CGJ/TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Max Russi analisa ‘tarifaço’ americano contra lei estadual e garante que obrigação é defender MT

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Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), comentou as recentes pressões internacionais envolvendo uma legislação de Mato Grosso. A lei estadual aprovada pela ALMT, que impede a concessão de incentivos fiscais ou terrenos públicos para empresas que aderirem à Moratória da Soja, foi citada em uma investigação da “Seção 301” nos Estados Unidos, que sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros importados pelos americanos.

Longe de se mostrar intimidado com a reação estrangeira, o parlamentar celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.

“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse Parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos. Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, afirmou Max Russi.

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Moratória– A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus próprios mercados, mas reforçou que Mato Grosso não aceitará intervenções externas que prejudiquem sua economia.

“O presidente dos Estados Unidos está certo em defender o país e os negócios dele. Mas nós precisamos defender Mato Grosso contra os EUA, contra a União Europeia ou contra qualquer país do mundo que queira intervir na nossa economia e prejudicar o agro, a indústria ou o comércio. Essa moratória inibia a nossa produção”, avaliou o deputado.

Por fim, Russi adiantou que o corpo jurídico do Parlamento já se prepara para novos embates em defesa dos interesses do estado na esfera federal. “Agora estamos entrando nessa outra pauta contra o Pará. É uma disputa difícil, assim como foi a da moratória, mas nós acreditamos na nossa Procuradoria, acreditamos no nosso direito e vamos fazer essa defesa com muita tranquilidade em Brasília”, concluiu.

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