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A corrida pela Chuteira de Ouro no Catar; veja relação

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Kylian Mbappé se isola na artilharia do Mundial e abre dois gols de vantagem para turma de Messi, Morata e cia.

fifa

  • Mbappé se isola na artilharia da Copa, com 5 gols

  • Nove jogadores aparecem na sequência, com 3 gols marcados, cada

  • Outros 17 atletas vieram atrás, com duas bolas nas redes

O FIFA+ mostra como está a corrida pela artilharia na Copa do Mundo de 2022, no Catar.

A briga pela Chuteira de Ouro no Qatar

5 gols

Kylian Mbappé (França).

3 gols

Álvaro Morata (Espanha)*, Bukayo Saka (Inglaterra), Cody Gakpo (Holanda), Enner Valencia (Equador)*, Gonçalo Ramos (Portugal), Lionel Messi (Argentina), Marcus Rashford (Inglaterra), Olivier Giroud (França), Richarlison (Brasil).

2 gols

Aleksandar Mitrovic (Sérvia)*, Andrej Kramaric (Croácia), Breel Embolo (Suíça)*, Bruno Fernandes (Portugal), Cho Gue-sung (Coreia do Sul)*, Giorgian de Arrascaeta (Uruguai)*, Ferrán Torres (Espanha)*, Julián Álvarez ( Argentina), Kai Havertz (Alemanha)*, Mehdi Taremi (Irã)*, Mohammed Kudus (Gana)*, Niclas Füllkrug (Alemanha)*, Rafael Leão (Portugal), Robert Lewandowski (Polônia)*, Ritsu Doan (Japão)*, Salem Al-Dawsari (Arábia )*, Vincent Aboubakar (Camarões)*.

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* Já foi eliminado.

Os vencedores anteriores da Chuteira de Ouro

1930: Guillermo Stabile (8 gols)

1934: Oldrich Nejedly (5)

1938: Leônidas da Silva (7)

1950: Ademir de Menezes (8)

1954: Sandor Kocsis (11)

1958: Just Fontaine, França (13)

1962: Florian Albert, Garrincha, Valentin Ivanov, Drazan Jerkovic, Leonel Sanchez e Vava (4)

1966: Eusébio (9) 1970: Gerd Muller (10)

1974: Grzegorz Lato (7)

1978: Mario Kempes (6)

1982: Paolo Rossi (6 )

1986: Gary Lineker (6)

1990: Toto Schillaci (6)

1994: Oleg Salenko e Hristo Stoichkov (6)

1998: Davor Suker (6)

2002: Ronaldo (8)

2006: Miroslav Klose (5)

2010: Thomas Muller ( 5)

2014: James Rodriguez (6)

2018: Harry Kane (6)

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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