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Polícia Civil apreende quatro armas de fogo com suspeito de violência doméstica em Vila Rica

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Quatro armas de fogo, sendo duas pistolas, uma carabina e um revólver, foram apreendidos pela Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (21.11), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Vila Rica em cumprimento de determinação judicial decretada com base na Lei Maria da Penha. 

A determinação judicial ocorreu após a vítima procurar a Delegacia de Vila Rica para registrar o boletim de ocorrência contra o ex-companheiro. Segundo as informações, o casal manteve um relacionamento por dois anos, porém ela decidiu terminar por ele ser muito agressivo. 

Por não aceitar o fim do relacionamento, o suspeito passou a perseguir a vítima, indo até o seu local de trabalho, onde a xingava com palavras de baixo calão, além de fazer ameaças de morte. A vítima relatou que temia pela sua vida pelo fato do ex-companheiro ter porte de arma de fogo. 

Diante dos fatos, foi solicitada medida protetiva contra o suspeito, sendo também determinado pela Justiça a apreensão das armas de fogo. Os policiais da Delegacia de Vila Rica deram cumprimento a ordem judicial nesta segunda-feira (21), sendo apreendidas quatro armas na residência do suspeito.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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