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Trio de estelionatários é preso em flagrante com dezenas de documentos falsos usados para contratar empréstimos bancários

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Três estelionatários foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (07.11), em Cuiabá, com dezenas de identidades falsas e um veículo adquirido com dinheiro de golpes. Os documentos eram utilizados para a abertura de contas em instituições bancárias, pelas quais eles contratavam empréstimos.

A primeira prisão ocorreu em uma agência de crédito cooperativo, onde as equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) flagrou uma mulher de 41 anos tentando abrir uma conta com documentos falsificados.

A gerência da cooperativa informou que a mesma pessoa já teria aberto uma conta anterior e causou um prejuízo de 93 mil reais à instituição. Para solicitar o empréstimo consignado, a estelionatária se identificou em nome de um procurador do estado, informando ser sobrinha e apresentando documento de identidade em nome da vítima.

Como o primeiro empréstimo deu certo, ela retornou à mesma agência para solicitar um segundo, usando outro documento, desta vez, em nome de uma suposta tia.

Na segunda tentativa, a conta foi aprovada e a suspeita e o namorado foram nesta segunda-feira na agência para retirarem alguns documentos e confirmarem a aprovação, quando então a Polícia Civil foi comunicada sobre os golpes.

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Identidades falsas

Ao ser presa, a golpista informou que atuava com um cúmplice, seu namorado de 34 anos. Em diligências para apurar as informações, a equipe da GCCO chegou à residência do suspeito, onde os policiais foram recebidos pela mãe dele, que apresentou um documento de identidade falso.

Na casa foram encontradas outras identidades, em nomes de diversas pessoas, inclusive, cinco delas com identificações de procuradores do Estado de Mato Grosso.

Além das identidades falsas, na casa havia diversos materiais usados na confecção dos documentos forjados, entre eles formulários em branco, holerites da Procuradoria-Geral do Estado e aparelhos celulares usados pelos falsários.

No momento em que os policiais solicitaram a identificação da dona da residência, ela apresentou um RG falso em nome de outra pessoa.

A GCCO apreendeu um veículo modelo Audi Q3 com os golpistas, que foi adquirido na última sexta-feira (04.11) pelo de valor de R$ 90 mil, quantia obtida por meio do empréstimo fraudulento.

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Os três foram presos em flagrante, autuados por estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e associação criminosa. O trio será apresentado em audiência de custódia da Justiça nesta terça-feira.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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