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Policiais civis utilizam drone na prevenção a crimes eleitorais em Campos de Júlio

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Campos de Júlio (553 km a noroeste de Cuiabá), atuou na prevenção e repressão aos crimes eleitorais, neste domingo (31.10), assim como no primeiro turno, acompanhando o pleito eleitoral com a utilização de drone.

Os investigadores da Delegacia de Campos de Júlio, com apoio da equipe de Cuiabá e coordenação do delegado Eduardo Ribeiro, acompanharam as eleições com o equipamento eletrônico, remotamente pilotado, que sobrevoou as zonas eleitorais, ajudando na fiscalização e no combate a crimes como boca de urna e transporte ilegal de eleitores, por exemplo.

As imagens e vídeos capturados foram transmitidos a uma equipe da Polícia Civil que ficou preparada para monitorar toda a eleição e adotar as medidas cabíveis diante de atividades suspeitas.

Foram 5.295 eleitores aptos para votação, 3.004 eleitores na Escola Estadual Angelina Franciscon Mazutti e 2.292 na Escola Municipal Germano Lazaretti.

O delegado, Eduardo Ribeiro, destacou essa é a primeira experiência de uso de drone, no 1º e no 2º turnos das eleições. “O uso do equipamento foi um diferencial auxiliando o trabalho dos policiais na prevenção e repressão a crimes eleitorais previstos na Lei Eleitoral 9.504, de 1997”, disse o delegado.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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