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Operação integrada cumpre 18 ordens judiciais contra associação criminosa envolvida em estelionato virtual

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A Polícia Civil de Goiás, com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou na manhã desta quarta-feira (26.07) a Operação Falso Amigo para cumprimento de 18 mandados de prisão e de buscas, além do sequestro de bens e valores, contra uma associação criminosa interestadual especializada em estelionato virtual. As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Juazeiro (BA).

A operação é conduzida pelo Grupo Antissequestro (GAS/DEIC) da Polícia Civil goiana e Delegacia Municipal de Caiapônia, após investigação compartilhada.

As investigações vinculadas a dois inquéritos policiais apontaram que o grupo criminoso, usando meios fraudulentos de portabilidade de números telefônicos e clonagem das respectivas contas no aplicativo Whatsapp, usou contas bancárias de terceiros e causou prejuízos de aproximadamente R$ 1 milhão a diversas vítimas no estado de Goiás, entre elas agente político e empresários.

Após a investigação policial e o deferimento de outras medidas cautelares, a Polícia Civil de Goiás conseguiu identificar todo o núcleo criminoso e descobrir outros delitos praticados, sempre com o mesmo modus operandi.

Prisões

Foram presos em Cuiabá quatro criminosos por mandados judiciais. Uma pessoa foi detida em flagrante pelo crime de receptação de uma motocicleta Honda Biz, que foi furtada há dois dias na Capital.

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Também foram apreendidos diversos documentos, cartões bancários e aparelhos celulares, e efetuado o sequestro de valores em contas bancárias dos investigados no montante de R$ 980 mil.

A operação contou com o apoio da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes (DEEF) e da 1a Delegacia de Várzea Grande, e Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia de Polícia de Juazeiro.

Com informações da PC-GO

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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