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Polícia Civil prende em flagrante ex-marido por estupro e lesão corporal em Diamantino

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Um homem suspeito de agredir fisicamente e sexualmente a ex-mulher no município de Diamantino (208 km a médio norte de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (27.10), logo após cometer os crimes.

A vítima de 16 anos procurou a Delegacia de Diamantino narrando que o ex-marido havia acabado de ir até sua casa, lhe agrediu com murro e tapa na cara, e depois cometeu o estupro.

Durante o atendimento, a adolescente relatou que o agressor ameaçou matar a filha de 1 ano e 7 meses de idade, bem como manifestou o interesse em representar contra o ex-marido pelos delitos cometidos. Em seguida a menor foi encaminhada para exames periciais.

Diante da gravidade dos fatos, os policiais civis realizaram diligências e localizaram o suspeito em um endereço no bairro Pedregal. Ao ser abordado e em razão do crime ter acabado de ocorrer, ele foi detido para esclarecimentos.

Na delegacia o conduzido de 27 anos foi interrogado pelo delegado Marcos Martins Bruzzi, e preso em flagrante pelos crimes de estupro e lesão corporal. O autuado foi apresentado em audiência de custódia, tendo a prisão em flagrante homologada pela Justiça.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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