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Bianca Andrada revela detalhes de sua sexualidade: “Importo com a conexão!”
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Durante entrevista ao programa da jornalista, Marília Gabriela, no “Gabi De Frente de Novo, a influenciadora digital, ex-BBB e empresária, Bianca Andrade, também conhecida como Boca Rosa, decidiu revelar detalhes sobre a sua orientação sexual.
Ao ser questionada pela apresentadora sobre as suas escolhas, Bianca decidiu explicar como ela se descobriu ‘pansexual’. “Na verdade, eu fui dar uma entrevista e me perguntaram sobre a minha sexualidade e tal. E aí, eu fui sempre curiosa, né? Muito. Falei: ‘Bom, acho que sou bissexual, fico com meninos e meninas, bissexual’. E eu comecei a estudar sobre isso, a ler sobre isso e vi que a pansexualidade não tem a ver com gênero, tem a ver com conexão, com pessoas. Você não se importa tanto com estética”, começou.
“Não me importo nem com o gênero, nem com a aparência. Eu me importo com a conexão. Sei que é lindo falar isso, mas de fato comigo, foi o que aconteceu. Tanto que se você vê os meus relacionamentos, um não tem nada a ver com o outro”, revelou Bianca.
Além disso, a influenciadora contou que quando está apaixonada, não se importa com a aparência. “Já namorei pessoas que: ‘ah, ele é horrível’ e eu achava lindo. Eu falava: ‘nossa, que delícia de pessoa’. Por isso eu procurei saber o quê que eu sou, o quê que me atrai”, declarou.
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Fonte: TOP Famosos
CURIOSIDADES
Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs
A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.
O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.
Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.
Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.
A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.
Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.
A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.
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