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Infrator tem mandado de internação cumprido pela Polícia Civil de Barra do Garças

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Um adolescente envolvido em atos infracionais de homicídio e organização criminosa, foi apreendido pela Polícia Civil, na quinta-feira (13.10), em ação da 1ª Delegacia de Polícia e da Delegacia Especializada do Adolescente (DEA), do município de Barra do Garças.

O menor de 17 anos estava com o mandado de internação temporária, decretado pela Vara da Infância e Juventude da Comarca de Barra do Garças. Ele foi localizado pelos policiais civis da cidade de Aragarças, Estado de Goias.

A ordem judicial foi expedida após investigações para apurar o crime registrado no dia 19 de agosto de 2020, no bairro João Rocha, em Pontal do Araguaia.

A vítima de 18 anos estava em um bar, quando dois indivíduos em uma motocicleta se aproximaram e efetuaram vários disparos de arma de fogo contra o jovem, que foi a óbito no local.

Conforme apurado os integrantes de uma associação criminosa atuavam de “forma exclusiva” no tráfico de drogas em Pontal do Araguaia. No entanto, a vítima estava tentado comercializar entorpecentes que não eram fornecidos pela referida associação.

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As indícios apontaram que o adolescente participou do homicídio, atraindo a vítima para o local onde foi morta. Ao todo seis pessoas foram identificas na participação do crime, e apenas um maior de 18 anos continua foragido.

A ação para cumprimento do mandado de internação, está inserida no desdobramento da “Operação Judas II”, deflagrada pela1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças.

O nome “Judas II” faz referência ao fato que os participantes do crime se passaram por amigos e atraíram a vítima para a morte.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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