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Polícia Civil cumpre mandados e realiza oitivas de pessoas em operação em Paranatinga e região

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Paranatinga, realizou três dias diligências em uma operação com objetivo de apurar possíveis práticas de crimes e dar cumprimento a mandados em assentamentos e fazendas nos distritos de Santiago do Norte, Salto da Alegria e no município de Nova Ubiratã.

Durante a operação, os policiais percorreram aproximadamente 1.300 quilômetros por toda a região com o objetivo de realizar oitivas de testemunhas e suspeitos de envolvimento em crimes, verificar possíveis atos criminosos e realizar cumprimento de mandado de prisão.

Entre as diligências realizadas, os policiais deslocaram a uma propriedade rural a fim de investigar um possível trabalho escravo. No local ninguém foi encontrado, porém, as investigações continuam.

Em continuidade com as diligências uma pessoa foi detida e conduzida à delegacia, em decorrência de mandado de prisão expedido pela Segunda Vara da Comarca de Paranatinga, pelo crime de estupro de vulnerável.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre mandados com foco na descapitalização financeira de facção criminosa

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (19.10), a Operação Ad Rem, para cumprimento de ordens judiciais com foco na descapitalização de uma facção criminosa e no sequestro judicial de patrimônio relacionado às atividades ilícitas. 

Na operação, são cumpridos seis mandados de busca e apreensão, sequestro de cinco imóveis e uma prisão preventiva, medidas decretadas pela Justiça, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco). 

Desdobramento da Operação Ruptura CPX, deflagrada em março deste ano, a fase patrimonial alcança quatro imóveis em Várzea Grande e uma chácara na região do Rio dos Peixes, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães. 

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações identificaram indícios de utilização de familiares e terceiros para ocultação patrimonial, incluindo imóveis explorados comercialmente e uma propriedade rural negociada por aproximadamente R$ 180 mil, com pagamento de R$ 100 mil em espécie.

A operação também envolve a nova decretação da prisão preventiva de um investigado apontado como gerente do tráfico e responsável pela arrecadação e administração financeira da facção. Preso na Operação Ruptura CPX, ele obteve posteriormente a revogação da prisão preventiva, quando sua defesa sustentou que seria apenas um “laranja”, utilizado por terceiros para movimentações financeiras.

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Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Com o avanço das investigações, surgiram indícios de que ele também atuava no controle de estoques, na distribuição de entorpecentes, na gestão de pontos de tráfico e no controle financeiro de outros integrantes. A análise identificou ainda cerca de R$ 661 mil em movimentações financeiras relacionadas às atividades investigadas em um dos períodos examinados.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Anteno Junior Pimentel Marcondes, a Operação Ad Rem reforça a estratégia da Polícia Civil de atingir as estruturas financeiras e patrimoniais das facções criminosas. “As novas medidas judiciais buscam impedir que recursos provenientes de atividades ilícitas sejam preservados ou reinvestidos no crime organizado”, explicou o delegado.



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