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Polícia Civil prende dois empresários por furto de energia mediante fraude em VG

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Dois empresários do ramo de distribuidora de bebidas, no município de Várzea Grande, foram presos pela Polícia Civil, no final da tarde de quarta-feira (23.4), pelo crime de furto de energia elétrica mediante fraude.

A ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Várzea Grande, que resultou nas duas prisões em flagrante, um homem de 35 anos e o segundo de 33 anos, foi batizada de Operação Corrente Elétrica.

Conforme apurado, a empresa Energisa já havia notificado os comerciantes acerca da irregularidade, porém, os mesmos não regularizaram a situação da unidade consumidora, e continuaram praticando o furto de energia elétrica.

Durante diligências constatou-se através de perícia técnica realizada pela equipe da Politec, que os dois estabelecimentos, sendo um no bairro Maringá I e outro no bairro Ipase, estavam utilizando ligação clandestina e desviando energia elétrica da fonte original da rede concessionária.

Conforme apurado pelos policiais civis, o crime contra o patrimônio cometido pelas empresas causaram prejuízo de aproximadamente R$ 28 mil para a empresa responsável pela transmissão e distribuição de energia elétrica.

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A delegada titular da DERF de Várzea Grande, Elaine Fernandes, explica que não é apenas o prejuízo patrimonial para a empresa concessionária que se busca reprimir, mas, sobretudo, evitar o risco de ocorrência de um sinistro que pode se tornar uma tragédia.

“Essas ligações clandestinas ou fraudulentas podem ocasionar incêndios de grandes proporções, que venham afetar não apenas o comércio infrator, mas, outras empresas e residências instaladas nas imediações, colocando em risco a vida de outras pessoas” alertou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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