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Delegado de Aripuanã é homenageado com título de cidadão

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A Câmara de Vereadores de Aripuanã homenageou o delegado da Polícia Civil Flávio Leonardo Santana com o título de cidadão do município.

A homenagem foi proposta pelo vereador e vice-presidente do Legislativo municipal, professor Luciano Demazzi.

Titular da Delegacia de Aripuanã, o delegado Flávio Leonardo chegou ao município em abril deste ano, após passar pela formação técnico-profissional da Academia da Polícia Civil de Mato Grosso, depois de ser empossado no cargo.

Antes de assumir o cargo de delegado em Mato Grosso, ele atuou por 11 anos como policial militar em São Paulo.

“O trabalho policial me proporcionou viver Aripuanã de maneira intensa, conhecendo os bairros, as carências e tentar ajudar a sociedade com o trabalho.Temos uma demanda muito grande na unidade, sem o comprometimento e dedicação de cada um dos policiais da delegacia, nada disso seria possível”, destacou Flávio Leonardo.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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