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Explicando Direito recebe juiz Luiz Felipe de Souza, que fala sobre tribunal do júri

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Já está no ar a entrevista com o juiz diretor do Fórum da Comarca de São José do Rio Claro, Luis Felipe Lara de Souza, que nesta edição do programa Explicando Direito fala sobre a finalidade e o funcionamento do Tribunal do Júri. Na ocasião, ele explicou que o tribunal de júri é um órgão colegiado, formado por um juiz togado e também por jurados, que são cidadãos.
 
“Os crimes julgados no Tribunal do Júri são os crimes contra a vida. (…) Não pode haver na composição do corpo de jurados nenhuma discriminação de raça, cor ou sexo. É por isso que o presidente do Tribunal do Júri, quando vai escolher os jurados requisitam nomes de pessoas para compor naquele ano esse corpo aos órgãos públicos, universidades, entidades sem fins lucrativos, associações de bairros.”
 
Ele falou também sobre os critérios determinantes para que o crime seja julgado no tribunal do júri, anulação do tribunal do júri, definição de penas, dentre outros assuntos.
 
O Explicando Direito é uma iniciativa da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) e tem como objetivo levar informações sobre Direito de forma simples e direta aos cidadãos. Além do site da Escola, o programa de rádio também é veiculado no site da parceira web Rádio TJ e na Rádio Assembleia FM (89.5), quando vai ao ar todas as segundas-feiras, às 8h45, e também nos intervalos da programação diária.
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto horizontal e colorida. Homem veste azul e fala ao microfone. À sua frente, mulheres também falam ao microfone. Ao fundo, texto: Radio TJ.
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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