MATO GROSSO
Planejamento estratégico de longo prazo é abordado durante 2° Workshop do GPE
MATO GROSSO
| Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT |
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| Conselheiro Waldir Teis. |
Mais 24 municípios que já aderiram ao Programa de Apoio ao Gerenciamento do Planejamento Estratégico dos Municípios (GPE) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) participaram do segundo Workshop do Programa, que teve início nesta quarta-feira (14). Ao longo da manhã foi feita uma apresentação do GPE, com explicação sobre seu funcionamento e palestra acerca de planejamento estratégico municipal.
Representando o presidente do TCE-MT, conselheiro José Carlos Novelli, o supervisor da Escola Superior de Contas, conselheiro Waldir Teis, destacou o projeto de municipalização desenvolvido pela Corte de Contas. “Esta capacitação está dentro do plano anual determinado pelo presidente. Já realizamos vários cursos na área de controle externo e tudo que se refere a gestão pública, porque este é o objetivo da gestão.”
O conselheiro falou ainda sobre a importância do planejamento em diferentes contextos, lembrando o cenário positivo de arrecadações municipais. “Com estes recursos disponíveis, não basta apenas intuição para fazer boa aplicação. Para elaborar políticas públicas efetivas é preciso planejar. Fazemos isso em casa e assim também tem que ser nos municípios, nas empresas e em qualquer órgão que tenha intenção de expandir e melhorar seu serviço.”
| Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT |
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| Secretário da Seplan do TCE-MT, Adjair Roque de Arruda. |
A capacitação virtual é desenvolvida pela Secretaria de Planejamento, Integração e Coordenação (Seplan). Na ocasião, professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), parceira do Programa junto à Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), apresentaram um cronograma de atividades e a metodologia de trabalho.
De acordo com o titular da Pasta, Adjair Roque de Arruda, o objetivo do Tribunal é contribuir para que a gestão pública em Mato Grosso seja referência no Brasil. “Por muito tempo o Tribunal se qualificou, temos servidores com alta qualidade e alto treinamento. Agora queremos transferir esse conhecimento para o gestor, que executa a política pública. Isso gerou uma mudança no TCE e por isso estamos tão empenhados.”
O Programa oferece diretrizes para a elaboração de políticas públicas, considerando as propriedades de cada município. A partir disso, haverá acompanhamento e monitoramento e, ao final, os resultados serão avaliados. Vale destacar que, considerando a continuidade das ações, a proposta tem duração de 12 anos.
| Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT |
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O presidente da AMM, Nuerilan Fraga, reforçou as vantagens do trabalho de longo prazo. “É essencial que, quando um prefeito saia, aquele que o suceder encontre um planejamento definido, atualizado, realinhado. Não há mais espaço para prefeitos que entram para resolver as coisas de qualquer jeito, sem pensar, sem organizar. É preciso que tenhamos como meta principal dentro de qualquer gestão o planejamento.”
Durante a abertura, a coordenadora executiva do convênio firmado com a UFMT, Débora Pedrotti, falou sobre os excelentes resultados obtidos pela parceria entre as instituições ao longo dos últimos anos. “Este trabalho incide diretamente nas ações de ensino, pesquisa e extensão da Universidade. Agradeço a todos que estão comprometidos com a busca da justiça e igualdade na sociedade”, afirmou.
Desta vez a capacitação reúne coordenadores do GPE e secretários municipais de Alto Boa Vista, Apiacás, Araguainha, Araputanga, Barra do Bugres, Campos de Júlio, Colíder, Comodoro, Curvelândia, Jauru, Marcelândia, Matupá, Mirassol D’Oeste, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Monte Verde, Nova Santa Helena, Paranaíta, Reserva do Cabaçal, Santa Cruz do Xingu, São Pedro da Cipa, Sorriso, Terra Nova do Norte e Vila Bela da Santíssima Trindade.
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Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Fonte: TCE MT
MATO GROSSO
Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT
Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.
O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário.
Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.
Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.
Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.
Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.
Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.
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