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Alunos de Direito de universidade da Capital visitam o Tribunal de Justiça pelo Nosso Judiciário

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Acadêmicos do 9° e 10° semestres do curso de Direito, da Universidade de Cuiabá (Unic), participaram de aula prática sobre a Justiça estadual durante visita ao Tribunal de Justiça pelo Nosso Judiciário. O programa recebe estudantes acompanhados por professores das instituições de ensino e faz um tour por vários setores da sede do Judiciário, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.
 
Na visita dessa segunda-feira (12 de setembro), os futuros advogados e advogadas puderam acompanhar a sessão da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo, passar por departamentos, ala dos gabinetes dos desembargadores e desembargadoras e conhecer o Espaço Memória do Judiciário estadual.
 
Eles foram recepcionados pelo coordenador Judiciário, Bruno José Fernandes da Silva, que falou sobre a virtualização e otimização processual no Judiciário. O servidor destacou a evolução virtual através do Processo Judicial Eletrônico (PJe) que é 100% eletrônico. “Estávamos crescendo gradativamente, e quando a pandemia chegou tivemos que nos adaptar ao novo tempo que exigia continuar atendendo os jurisdicionados, a sociedade de forma geral, com celeridade. Então, a virtualização total foi o caminho para continuarmos com o serviço”, disse Bruno Silva.
 
Atualmente, os 950 mil processos que tramitam na Justiça de Mato Grosso estão totalmente eletrônicos. Com isso, o coordenador Judiciário sugeriu aos estudantes que procurem também conhecimento tecnológico para operar as lidas jurídicas. “Tem que chegar no mercado excelente nas práticas do Direito e também na operacionalização do Direito”, frisou o coordenador.
 
Além do coordenador, os futuros profissionais do meio jurídico tiveram a oportunidade de conhecer o magistrado Emerson Luís Pereira Cajango, juiz-auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça e coordenador da Central de Processamento Eletrônico (CPE) do Fórum da Capital. Ele falou sobre a trajetória desde o período em que cursava Direito, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), até chegar na Justiça como servidor e depois, com a aprovação no concurso, para atuar como juiz.
 
Doutor Emerson Cajango relembrou o período da utilização do papel e das máquinas de escrever até atingir os avanços tecnológicos que permitem a virtualização dos processos e procedimentos pelo PJe. O magistrado, que é juiz titular do Juizado Especial do Cristo Rei da Comarca de Várzea Grande, propôs aos estudantes que sigam o conselho dado pelo coordenador Judiciário e busquem capacitação tecnológica para que possam atuar com eficiência e agilidade.
 
O professor Robson Silva Salustiano parabenizou o Nosso Judiciário pelo atendimento ao dizer que a visita tem um significado relevante porque possibilita aos alunos sair do comodismo, do conforto das aulas na universidade, mesmo que tenham aulas práticas, para experimentar as práticas no Tribunal de Justiça.
 
“Essa experiência é de grande valia, e importante, justamente porque acrescenta muito nos nossos conhecimentos para o desenvolvimento da carreira. Visita muito boa”, salientou Arthur Corrêa Rodrigues Oliveira, do 10° semestre. O futuro advogado já conhecia o Palácio da Justiça, uma vez que estagiou durante dois anos como estagiário de Direito no Departamento de Pagamento de Pessoal (DPP).
 
#Para cego ver. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Foto 1 – Alunos e alunas no Espaço Memória ouvem o coordenador Judiciário. Ele está em pé, de frente para os estudantes. Foto2 – imagem horizontal colorida que mostra o juiz Emerson Cajango conversando com estudantes, no Espaço Memória. A imagem capta o magistrado em pé, de lado, usando terno cinza. Em frente a ele estão os alunos, também em pé.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Coronel Roveri destaca investimentos e redução de crimes durante passagem pela Sesp-MT

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O coronel César Roveri voltou a destacar, nas redes sociais, ações e resultados relacionados ao período em que esteve à frente da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).

Em uma publicação no Instagram, Roveri reuniu registros de iniciativas desenvolvidas durante sua gestão e mencionou investimentos no fortalecimento das forças de segurança, uso de tecnologia, integração entre as instituições e estratégias de enfrentamento à criminalidade.

Entre as ações citadas está o programa Vigia Mais MT, que ampliou o uso de câmeras de monitoramento em municípios do Estado. A tecnologia passou a ser utilizada como ferramenta de apoio às forças policiais, além de auxiliar em operações e no monitoramento de áreas estratégicas.

Dados divulgados pela Segurança Pública também apontaram redução em determinados indicadores criminais no período. Em 2024, os roubos de veículos em Mato Grosso registraram queda de 28% em relação ao ano anterior. Os furtos de veículos também apresentaram redução no mesmo intervalo.

Roveri também mencionou investimentos em equipamentos, tecnologia e efetivo como parte das medidas adotadas para reforçar a estrutura da segurança pública estadual.

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Cenário eleitoral

A publicação ocorre em meio à movimentação política do coronel, que é cotado para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.

Apesar do contexto eleitoral, a publicação analisada concentra-se na divulgação de ações e resultados atribuídos ao período em que Roveri comandou a Sesp-MT.

As informações sobre indicadores criminais e resultados apresentados na reportagem têm como base dados divulgados por órgãos públicos e informações atribuídas ao próprio coronel.

A legislação eleitoral estabelece regras para a divulgação de conteúdos relacionados a candidatos e pré-candidatos. A propaganda eleitoral na internet será permitida a partir de 16 de agosto, conforme o calendário das Eleições 2026. Até o início do período permitido, conteúdos jornalísticos devem manter caráter informativo, sem pedido explícito de votos ou elementos que possam caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

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