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Vítima de golpe do intermediador de venda tem valor recuperado pela Polícia Civil

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Uma vítima de golpe ocorrido no município de Matupá (695 km ao Norte de Cuiabá) teve os valores recuperados pela Polícia Civil, na terça-feira (19.07), em ação conjunta da Delegacia da cidade e da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Segundo informações, uma das vítimas anunciou um veículo VW Gol em uma rede social da internet e uma pessoa entrou em contato dizendo estar interessada no veículo. Para aplicar o golpe, o estelionatário inventou uma história de cobertura, dizendo que o veículo não era para ele, e sim para um terceiro, com quem estava negociando um veículo.

Desta forma, se passando por intermediador da venda, o golpista conseguiu que o negócio entre o vendedor e o comprador fosse fechado, e o dinheiro foi enviado para uma conta indicada pelo suspeito.

Somente depois de o valor transferido pelo comprador não ter caído na conta do vendedor, é que as vítimas descobriram que caíram em um golpe e procuraram a Polícia.

Assim que a Delegacia de Matupá foi acionada dos fatos, entrou em contato com a DRCI que junto ao setor antifraudes da agência bancária conseguiu o bloqueio de R$ 8 mil transferidos pela compra do veículo. O valor será restituído para a vítima após providências junto ao banco.

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As investigações seguem em andamento para identificar os envolvidos no crime. 

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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