MATO GROSSO
Operação aborda 116 veículos e prende três motoristas por embriaguez em Cuiabá
MATO GROSSO
A 64ª Operação Lei Seca prendeu três pessoas por embriaguez ao volante e autuou outras 13 por conduzir o veículo sob efeito de álcool, durante a ação realizada na noite desta quarta-feira (13.07), na avenida Miguel Sutil, em Cuiabá. Sete se recusaram a fazer o teste de alcoolemia.
Conforme o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram 116 veículos abordados e 126 pessoas, entre passageiros e motorista, que passaram pelo teste de alcoolemia, resultando na autuação de 59 pessoas e 47 veículos por infrações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Do total de autos de infrações aplicados, 26 estão relacionados à circulação de veículos sem registro ou com o licenciamento atrasado. Seis por assumir a direção de veículos sem portar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e outras quatro por não possuir autorização de trânsito.
Ao todo foram removidos 40 veículos entre eles automóveis e motocicletas, além de 14 CNHs recolhidas, por irregularidades conforme o CTB.
A operação é realizada pelo GGI, vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), que contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Delitos de Trânsito, Departamento Estadual de Trânsito (Detram) e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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