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Governo investe R$ 238 milhões em infraestrutura na Baixada Cuiabana: “Obras que vão melhorar a qualidade de vida dos moradores”

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O Governo de Mato Grosso vai investir R$ 238 milhões em obras de infraestrutura na Baixada Cuiabana. Com a formalização de convênios e novas licitações, os municípios de Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Rosário Oeste, Santo Antônio do Leverger e Várzea Grande receberão asfaltamento urbano e em rodovias, construção de pontes e iluminação pública.

“São diversas obras, muito importantes para a população. Fico muito feliz, porque o governo está cumprindo o seu papel e também ajudando as prefeituras a melhorar a qualidade de vida dos seus moradores em toda a Baixada Cuiabana, assim como fazemos em todo Mato Grosso”, afirmou o governador Mauro Mendes, durante evento realizado nesta quarta-feira (29.06), no Palácio Paiaguás.

Em Várzea Grande serão R$ 62,5 milhões investidos, com a cessão de uma motoniveladora, uma pá-carregadeira e um rolo compactador, assinatura de convênios para fornecimento de luminárias do programa MT Iluminado, pavimentação e sinalização no bairro Altos do Bela Vista, pavimentação e drenagem nos bairros Eldorado, Cidade de Deus, Jardim de Alá, Paiaguás, Capão do Pequi, Glória II, Glória IV e Pirinéu, para contração da habitação da associação dos moradores, e a construção de 800 casas populares, por meio do MT PAR.

“Só em Várzea Grande o Governo está investindo mais de R$ 200 milhões de reais. O governo de Mato Grosso é um parceiro de Várzea Grande e nós só temos a agradecer por essa parceria e por esse olhar diferenciado com a nossa cidade”, afirmou o prefeito Kalil Baracat.

Para Cuiabá, o governador assinou a autorização para licitar o asfaltamento dos bairros Jardim Fortaleza, Novo Tempo, Parque Amperco, Novo Milênio, Campo Verde, Planalto, Jardim Aroeira, Novo Horizonte, Osmar Cabral, Tancredo Neves e Alto Boa Vista, e para realizar as obras de asfaltamento da Estrada Velha da Guia, da Estrada da Ponte de Ferro e restauração da MT-402, até o distrito do Aguaçu. O investimento é de R$ 79,7 milhões.

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A prefeita de Santo Antônio do Leverger, Francieli Magalhães falou que a parceria com o Estado é muito positiva. “Nossa população fica feliz, de ver as obras acontecendo e o dinheiro sendo investido. É uma parceria que mostra para o nosso contribuinte o dinheiro dele sendo bem utilizado”.

Entre as obras realizadas, ela destacou o asfalto em 34 km da MT-361, saindo do Porto de Fora até a BR-163, em região com muitos agricultores familiares. Além disso, a cidade vai receber luminárias do Programa MT Iluminado, asfalto novo em 11 ruas e a cessão de uma motoniveladora, totalizando R$ 51,2 milhões.

Para o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, esse investimento será extraordinário para a região. “São obras que vão beneficiar diretamente a população da planície pantaneira. Era esse investimento em infraestrutura que faltava para uma região, que compartilha a mesma cultura, o mesmo linguajar e os mesmos problemas”, disse.

Em Acorizal serão investidos R$ 9,9 milhões com a revitalização da praça do Loteamento Jardim das Acácias, Construção de dois campos de futebol society nos distritos de Aldeia e Baús, para asfaltar a estrada municipal que liga ao distrito da Aldeia, e a restauração de 23 km MT-246 e 104 km da MT-010. 

O município de Barão de Melgaço vai receber uma motoniveladora, conservação de asfalto e sinalização viária, asfalto, drenagem e sinalização das ruas São Sebastião Pereira Fortunato, Maria José do Nascimento, José C. de Oliveira, Cezario Siqueira Gonçalves, Eduardo Bouret, Oscar da Silva Taques, Emiliano L. Dias e Marechal Rondon, construção de um campo de futebol society e construção de ponte de concreto sobre o Córrego Capoeirinha, com 50 metros. O investimento será de R$ 7,4 milhões.

Nossa Senhora do Livramento será beneficiada com uma pá-carregadeira, um rolo compactador, reforma da sede da APAE e recuperação do asfalto no distrito de Faval. “Esses recursos vem em momento muito importante. A comunidade do Faval fica a 70 km da nossa sede e o asfalto é uma reinvidicação antiga, o recurso vem em boa hora e vai nos ajudar”, afirmou o prefeito de Livramento, Silmar Souza.

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Os recursos para Chapada dos Guimarães são na ordem de R$ 11,4 milhões com a construção de pontes sobre o Rio Coxipózinho, asfalto em 43,5 km da estrada da Lagoinha de Baixo, conservação de asfalto, autorização para contratar a elaboração do projeto para duplicação da MT-251, para licitar 3,5 km da MT-515, restauração da MT-442 e da MT-351. 

Em Rosário Oeste são R$ 14,9 milhões para o fornecimento de luminárias de LED do Programa MT Iluminado, asfalto em diversas ruas, cessão de uma escavadeira, licitações para restauração da MT-494 até o Distrito de Bom Jardim, duplicação das pontes sobre os rios Cuiabazinho, Canguinha e córrego João Pinto e Mutum.

Por fim, Jangada receberá luminárias de LED do programa MT Iluminado, no valor de R$ 285 mil.

Estiveram presentes no evento os senadores Jayme Campos, Wellington Fagundes e Fábio Garcia, os deputados estaduais Elizeu Nascimento, Paulo Araújo, Carlos Avalone, Allan Kardec, Max Russi, Wilson Santos, Eduardo Botelho e Xuxu Dal Molin, os secretários de Estado Alan Porto, da Educação, Laice Souza, de Comunicação, Marcelo de Oliveira, da Infraestrutura, Jordan Espíndola, chefe de gabinete, Alexandre Bustamante, da Segurança Pública, e o presidente da MT-PAR Wener Santos.

Também estiveram presentes os prefeitos de Acorizal, Diego Taques, de Barão de Melgaço, Maragareth de Munil, de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, de Jangada, Rogério Meira, de Nossa Senhora do Livramento, Silmar Souza, de Poconé, Tatá Amaral, de Rosário Oeste, Alex da Farmácia, de Santo Antônio do Leverger, Francieli Magalhães e de Várzea Grande, Kalil Baracat, além de vereadores, presidentes de associação de moradores e lideranças comunitárias.

Fonte: GOV MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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