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Polícia Civil e Sema finalizaram operação Fauna após 9 dias de fiscalização

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Após nove dias ininterruptos de ação integrada visando a preservação do ecossistema em Mato Grosso, a Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente, e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, finalizaram na quinta-feira (23.06), a operação “Fauna”.

O trabalho em conjunto de fiscalização e orientação iniciou na última quarta-feira (15), sendo realizado na região dos municípios de Santo Antonio do Leverger, Barão de Melgaço e baixada cuiabana.

Ao todo foram destruídas duas canoas, apreendidas redes e motores de barcos. Na oportunidade as equipes também levaram informações e orientações para os ribeirinhos sobre a pesca legal e ilegal.

A operação “Fauna” foi deflagrada para intensificar o patrulhamento e a fiscalização terrestre e fluvial, objetivando em especial, o combate a pesca predatória e caça nos locais com maior incidência de ilícitos ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e circunscrição.

Os policiais civis da Dema em parceria com os fiscais da Sema realizaram patrulhamento as margens do Rio Cuiabá, nas regiões do Porto, Praeirinho, Barranqueira, Praia da Vereda, Engenho Velho, Estirão Cumprido e demais pontos.

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As barreiras terrestres também foram montadas nas proximidades das Rodovias MT 040 e MT 361, além de estradas vicinais e de acesso aos pesqueiros nos respectivos municípios.

Em atendimento a denúncias de transporte e pesca predatória, a fiscalização pela água foi feita através do patrulhamento fluvial, onde foram vistoriados pescados e os materiais de pescas, para apreender apetrechos proibidos como redes e tarrafas.

Conforme os delegados da Dema, Liliane de Souza Santos Murata Costa e Alexandre Vicente, esse tipo de trabalho é uma ação que vai ao encontro dos anseios da sociedade para com a preservação da nossa fauna.

“A Dema atuará dentro de sua competência no enfrentamento ao crime ambiental e ilícitos penais, sempre que necessário, visando principalmente a conservação do meio ambiente”, destacou a delegada Liliane Murata.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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