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Polícia Civil prende de advogado do RJ suspeito de uso de documento falso e estelionato

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Um advogado morador da cidade do Rio de Janeiro (RJ), suspeito de usar a assinatura de outro advogado já falecido para a prática de estelionaato, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, na quarta-feira (03.05), em ação da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá.

A ordem judicial contra o advogado foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá com base nas investigações da Delegacia de Estelionato que apuraram os crimes de uso de documento particular falso, tentativa de furto qualificado pela fraude, estelionato e tentativa de estelionato.

As investigações apontaram que, durante os anos de 2021, 2022 e 2023, fazendo uso de um substabelecimento com assinatura falsificada de um advogado já falecido, o suspeito levantava alvarás nos processos como se fosse o sucessor do advogado morto. As partes a quem pertencia o dinheiro, entretanto, alegaram que jamais ouviram falar no advogado.

Em razão do volume do prejuízo causado pelo investigado, que ultrapassou os R$ 100 mil, a Delegacia de Estelionatos e Outras Fraudes de Cuiabá, por meio do delegado Herbert Yuri Figueiredo Rezende, representou pela prisão preventiva, suspensão do exercício da advocacia e bloqueio de bens no valor do prejuízo causado, todas elas deferidas pela Justiça e cumpridas na tarde de quarta-feira (04).

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“A Polícia Civil de Mato Grosso, como órgão responsável por apurar infrações penais, não medirá esforços para garantir a integridade do sistema de Justiça, ainda mais quando os responsáveis pelos crimes forem aqueles que mais deveriam protegê-lo, caso dos advogados. Toda e qualquer violação do sistema será severamente reprimida, justamente para proteger a atuação daqueles que agem de boa-fé e respeitam os direitos de seus clientes”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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