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Operação Lei Seca prende 13 motoristas e fiscaliza 87 veículos em Cuiabá

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Treze pessoas foram presas na madrugada desta quinta-feira (16.06), durante mais uma edição da Operação Lei Seca, realizada na Avenida Jornalista Archimedes Pereira Lima, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá. Das 13 prisões, oito aconteceram por embriaguez ao volante e cinco por condutores que dirigiam sem possuir habilitação.

A ação fiscalizou 87 veículos, realizou 91 testes de alcoolemia e lavrou um total de 60 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Entre as autuações mais comuns, 22 foram lavradas por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 19 por conduzir veículo sob efeito de álcool, sete por recusa ao teste, entre outros.

Também foram recolhidos 19 documentos e removidos 39 veículos, sendo 33 carros e seis motocicletas.

A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e conta com as forças integradas da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito; da Polícia Civil, por meio da Deletran; do Departamento Estadual de Trânsito e da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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