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Procurado por cometer feminicídio no Pará é preso pela Polícia Civil em Confresa

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Um procurado pela Justiça do Estado do Pará, acusado de feminicídio, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta terça-feira (07.02), no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá).

O foragido de 48 anos, natural do Tocantins, estava com o mandado de prisão preventiva expedido pelo juízo da 3ª Vara Criminal da Comarca de Marabá (PA), desde abril de 2018.

Durante diligências os policiais civis localizaram o suspeito em uma residência na cidade de Confresa. Conforme apurado, o homicídio qualificado cometido contra sua companheira foi motivado por ciúmes.

Em cumprimento a ordem de prisão preventiva, ele foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.

A ação deflagrada pelo Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Confresa, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos e Delegacia Municipal, está inserida da operação “Ámon” visando cumprir mandados judiciais em desfavor de autores de crimes.

Ámon é um nome com origem no grego, que quer dizer “o oculto”, “o escondido”.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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