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Suspeito de roubar loja de eletrônicos é preso em flagrante logo após o crime, no centro da Capital

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Um homem suspeito de roubar uma loja de produtos eletrônicos na tarde desta segunda-feira (30.05) foi preso em flagrante, momentos após o crime, no centro de Cuiabá. 

Ele foi detido por uma equipe da Delegacia da Polícia Civil de Chapada dos Guimarães, que estava na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), para onde o suspeito correu depois de roubar uma caixa de som portátil de uma loja na Avenida Isaac Póvoas. 

O suspeito atravessou a Avenida da Prainha em fuga, quando foi avistado pelos policiais civis, que saíram em perseguição e conseguiram detê-lo. 

A equipe entrou em contato com a vítima e encaminhou o suspeito para o registro do flagrante na Delegacia de Roubos e Furtos da Capital.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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