POLÍCIA
Foragido de Rondônia tem prisão preventinva cumprida na zona rural de Aripuanã
POLÍCIA
Um comerciante foragido da Justiça do Estado de Rondônia foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta quinta-feira (26.05), na zona rural do município de Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá), em cumprimento de mandado judicial.
Procurado há seis anos, o suspeito de 40 anos, estava com a prisão preventiva decretada pelo juízo da Vara Única da Comarca de Alvorada (RO), pelo crime de tráfico de drogas.
Durante diligências investigativas na região, os policiais civis localizaram o indivíduo no distrito de Conselvan, que fica acerca de 80 quilômetros da cidade de Aripuanã.
Após cumprimento da ordem de prisão preventiva, o suspeito foi conduzido até a Delegacia de Polícia de Aripuanã para as providências, e posteriormente colocado à disposição da Justiça.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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