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PM e PRF apreendem 220 quilos de cocaína dentro de veículo

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Em ação integrada, equipes da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal apreenderam na tarde desta sexta-feira (20.05), na BR-364, em Alto Garças, 220 quilos de cloridrato de cocaína. As drogas foram encontradas em um caminhão cegonha e o motorista do veículo foi preso em flagrante.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 16h, durante operação conjunta entre a PM e PRF, um caminhão cegonha, transportando um veículo Fiat Doblô, foi abordado pelas equipes, na BR-364.

Feita vistoria minuciosa, os policiais localizaram um compartimento, que não fazia parte do veículo original, onde foram encontrados 200 tabletes de substância análoga à cocaína, pesando 220 quilos.

Questionado, o motorista do caminhão afirmou desconhecer a procedência das drogas e revelou o nome de um outro homem, que seria o dono do Fiat Doblô. 

Diante dos fatos, o suspeito, que dirigia o caminhão, foi autuado pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado à delegacia de Alto Garças, junto com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

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Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939. 

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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