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Entrega de notebooks fortalece avanços tecnológicos da Polícia Civil em todo estado

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A Polícia Civil, por meio da Diretoria de Execução Estratégica (DEE) em parceria com o Centro de Tecnologia da Informação (COTI), está entregando notebooks para uso das unidades policiais de todo estado. Os 350 notebooks de última geração e já configurados para o uso policial foram adquiridos por meio de investimento de R$ 2 milhões oriundos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Até o momento já foi realizada a entrega de 200 máquinas e o restante ainda está sendo entregue mediante agendamento com as delegacias da Capital e o interior do estado.

O delegado-geral, Mário Dermeval, destacou que a aquisição dos notebooks faz parte do planejamento da Diretoria Geral junto a Diretoria de Execução Estratégica de tornar a Polícia Civil de Mato Grosso, cada vez mais tecnológica, avançando no trabalho investigativo, operacional e na conclusão de inquéritos.

“O inquérito eletrônico já é uma realidade em Mato Grosso e agora entramos em outra etapa do processo de ter uma Polícia Civil tecnológica, que é equipar nossas unidades para estar devidamente equipada e apta para desenvolver os trabalhos virtuais com equipamentos adequados, onde quer que estejam”, disse o delegado-geral.

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Lotado na Delegacia de Alta Floresta, o delegado Guilherme Pompeo Negri destacou que a destinação de um notebook para uso da atividade policial hoje torna-se uma realidade, não só nas unidades da Capital, como no interior do estado.

“É mais uma ferramenta de trabalho que irá agregar o serviço policial, em especial, quando há deslocamento para cidades onde não há unidade policial, trazendo mais facilidade ao servidor que poderá realizar despachos, representações, dentre outras medidas, onde quer que esteja”, disse o delegado.

O delegado titular da Delegacia Especializada de Delitos Contra a Pessoa Idosa, Vitor Chab Domingues, a contemplação dos notebooks para as autoridades policiais é um grande avanço para instituição, principalmente para as especializadas, como no caso da Delegacia do Idoso, em que muitas vezes, a equipe precisa se deslocar em loco para atender vítimas que não podem sair de suas residências, por estarem acamadas, ou possuírem tipo de deficiência.

“É um grande avanço para Polícia Civil de Mato Grosso, em que juntamente a implantação do inquérito eletrônico, em que hoje virtualmente nós trabalhamos, eliminando pilhas de papéis e os notebooks vieram para fortalecer esse incremento tecnológico para instituição, especialmente para as unidades policiais que necessitam de um equipamento móvel para fazer incursões, oitivas, e outros procedimentos”, disse.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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