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Polícia Civil participa de eventos de combate ao abuso e a exploração sexual infantil em Água Boa

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A Polícia Civil do município de Água Boa, região leste do Estado, participou nesta semana da campanha “Maio Laranja”, promovida pela Prefeitura de Água Boa, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social.

São parceiros da ação social o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS,), o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), o Conselho Municipal de Direitos da Mulher, o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente e o Conselho Tutelar.

O trabalho preventiva e integrado faz parte da programação, visando a prevenção e a conscientização da sociedade, acerca dos crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

No domingo (15.05) os policiais civis estiveram presentes no encontro de “pit stop” onde foram feitas adesivagens de veículos e distribuição de cartilhas orientativas.

Já na quarta-feira (18.05) foram realizadas palestras sobre a temática, ministradas pelo delegado Matheus Soares Augusto e pela psicóloga Polyana Borhz Giacomolli.

Conforme o delegado Matheus Soares Augusto, a idéia é dar continuidade com ações e realizá-las em escolas na zona urbana, rural e nas aldeias da região de Água Boa.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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