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Polícia Civil aguardará perícia para confirmar se corpo encontrado é de homem que estava desaparecido

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A Delegacia da Polícia Civil em Cotriguaçu investiga se o corpo resgatado nesta segunda-feira (16.05), na zona rural do município, é de um homem que estava desaparecido desde o dia 12 de maio.

No domingo, a delegacia foi comunicada pela Polícia Militar de que havia um corpo em uma vala, na estrada que dá acesso ao distrito de Nova União. Os policiais civis seguiram para o local com a perícia e constataram que o corpo estava em uma vala a oito metros de profundidade.

Foi solicitado apoio do Corpo de Bombeiros, pois havia risco de desmoronamento no local, e feito o resgate da vítima, que foi encaminhada para exame de necropsia pela Politec.

O delegado de Cotriguaçu, Mateus Reiners, explica que, aparentemente, o corpo é de Adinael Gomes da Silva, 30 anos, que está desparecido desde o dia 12 deste mês. “A identidade da vítima vai se confirmar com a realização de exames periciais”.

Uma parenta de Adinael registrou um boletim informando seu desaparecimento na semana passada. Ela declarou que teve o último contato com a vítima no dia 09 de maio, por aplicativo de mensagens e desde então, ele não deu mais notícias.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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