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Condenado a 28 anos de prisão por estupro de enteadas em MS é localizado em Juína

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A equipe da Delegacia de Juína prendeu no fim de semana um homem de 48 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável ocorrido no estado de Mato Grosso do Sul.

O foragido foi condenado a 28 anos de prisão, com decisão que não cabe mais recurso, pelo crime cometido contra as duas enteadas, menores de idade, em 2011, na cidade de Costa Rica.

R.J.B. foi localizado no sábado (23), em sua residência, no bairro Módulo 6, em Juína. Os investigadores receberam informações da Polícia Civil em Rondonópolis que condenado, que é pastor, estaria na cidade. 

Após diligências, os policiais de Juína conseguiram identificar a residência do foragido e realizaram a prisão dele, conduzindo-o à Delegacia do Município e posteriormente ao Centro de Detenção, onde aguardará manifestação da Justiça sobre o recambiamento ao estado de origem.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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