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Polícia Civil investiga morte de cadelas esquecidas dentro de veículo de petshop na capital

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Meio Ambiente (Dema), instaurou na terça-feira (02.04), auto de investigação preliminar para apurar a ocorrência de morte de duas cadelas da raça maltês, que foram esquecidas dentro um veículo, durante serviço de entrega realizado por um petshop, na Capital.

As investigações iniciaram no final da tarde terça-feira (02), assim que a equipe da Dema foi acionada sobre a morte dos animais, sendo designada uma equipe para ineditamente comparecer ao estabelecimento para apuração dos fatos. Também estiveram presentes no local, as equipes da Secretaria Adjunta do Bem-Estar Animal, o Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Segundo informações, as cadelas foram deixadas por sua tutora no petshop para cuidados de banho e tosa e posteriormente deveriam ser entregues em casa, em serviço oferecido pelo próprio estabelecimento. Era um procedimento de costume, uma vez que os animais frequentavam o mesmo petshop há cerca de três anos.

Em conversa com as equipes, o dono do petshop relatou que saiu para fazer a devolução de alguns animais em suas respectivas residências, porém se esqueceu das duas cadelas da raça maltês, que eram as últimas na rota. As cachorras permaneceram no veículo e já foram encontradas sem vida, possivelmente sufocadas em decorrência do calor.

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A dona dos animais realizará o exame de necrópsia nesta quarta-feira (03.04) para confirmar a causa da morte das cadelas.

A delegada titular da Dema, Liliane Murata, disse que as investigações buscam apurar se houve dolo ou outro tipo de irregularidade por parte do estabelecimento responsável pela morte dos animais. “A Dema está empenhada em apurar todos os fatos, por se tratar de um caso grave, uma vez que os animais domésticos são como membros da família”, disse a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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