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Força Tática de Vila Rica recaptura foragido do Estado do Pará

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Equipe de Força Tática da Polícia Militar recapturou um homem de 35 anos, foragido da justiça no Estado do Pará, nesse sábado (9), no munícipio de Vila Rica. Os policiais identificaram que o suspeito estava foragido há dois anos após praticar o crime de latrocínio (roubo seguido de morte). 

Por volta das 9h, os policiais, em patrulhamento pela Rua Amazonas, se depararam com o homem, que, ao avistar a viatura da PM, tentou se esconder e não obedeceu a ordem de parada policial emitida pela equipe da Força Tática.  

O suspeito foi abordado, alegou que havia perdido os seus documentos pessoais e chegou a passar um nome falso para despistar os policiais.

A PM pediu apoio aos policiais da Agência de Inteligência Regional (ARI) e identificou a verdadeira identidade do suspeito.  Na checagem, os policiais identificaram que o homem estava foragido do Sistema Penitenciário do Estado do Pará pelo crime roubo seguido de morte, cometido na cidade Conceição do Araguaia (Pará). 

O homem recebeu voz de prisão e confessou que há anos estava foragido da justiça, e que seu documento de identificação verdadeiro estava em sua casa, na mesma Rua onde foi preso. Os policiais foram até a casa, o documento foi apreendido e o homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária Civil. 

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Fonte: PM MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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