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Polícia Civil intensifica ações de combate ao tráfico, apreende drogas, dinheiro e prende suspeitos

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Intensificando o combate ao comércio de entorpecentes em Tangará da Serra (239 km a médio norte de Cuiabá), a Polícia Civil desarticulou locais que funcionavam como pontos de venda ilícita, efetuou a prisão de suspeitos, apreendeu droga e dinheiro.

No decorrer da última semana do mês de março, nove pessoas foram conduzidas, bem como apreendidos aparelhos celulares, porções de pasta base de cocaína, uma motocicleta, mais de R$ 3 mil em dinheiro e presos em flagrante três suspeitos.

As ações de cunho repressivo foram realizadas pelos policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra e da Divisão de Combate ao Tráfico de Entorpecentes, visando fortalecer o enfrentamento ao tráfico de entorpecentes no município.

Um dos locais desarticulados pelas equipes foi nas proximidades da rodoviária, região conhecida como “cracolândia de Tangará da Serra”. Os outros pontos de “boca de fumo” fechados foram nos bairros Vila Nazaré e Vila Horizonte.

A Polícia Civil de Tangará da Serra vem trabalhando diariamente nas investigações para prender suspeitos atuantes no tráfico, e conta com o apoio da população para que denuncie pelo disque 197.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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