POLÍCIA
Autor de latrocínio ocorrido no Pará é preso pela Polícia Civil em Rondonópolis
POLÍCIA
Um jovem foragido da Justiça pelo crime de latrocínio praticado no Estado do Pará, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, na sexta-feira (25.11), no município de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá).
O procurado de 26 anos estava com a prisão temporária expedida pela Segunda Vara Criminal da Comarca de Marabá (PA), pelo roubo seguido de morte ocorrido em janeiro de 2020. A vítima, o soldado do exército Jonathan Rodrigues da Silva Felix, foi morta por disparo de arma de fogo.
Durante diligências investigativas, os policiais civis da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa com apoio do Núcleo de Inteligência (NI) da Delegacia Regional de Rondonópolis, identificaram o suspeito escondido em uma residência no bairro Rosa Bororó.
Com base nas suspeitas as equipes passaram a monitorar o endereço, e após três dias de campana no local os investigadores conseguiram abordar o rapaz, no momento em que ele saiu da casa.
Em cumprimento a ordem judicial, o preso foi conduzido até a delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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