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Deputado Thiago Silva reforça cobrança sobre a Energisa

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Thiago na plenária da AL

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado Thiago Silva (MDB) fez um pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão plenária de quinta-feira (30), para cobrar novamente uma resposta da Energisa para os diversos problemas apresentados pela concessionária no atendimento dos municípios e distritos de Mato Grosso.
De acordo com o deputado, semanalmente chegam denúncias em seu gabinete falando sobre problemas de falta de luz, extensão da rede, oscilações de energia e demora na prestação do atendimento para os consumidores que pagam caro em suas contas todo mês.
O deputado cobrou compromisso e responsabilidade da Energisa com a população de Mato Grosso. “É inadmissível o cidadão pagar caro para ter energia em sua residência e a concessionária prestar um atendimento falho e ineficaz em várias regiões de Mato Grosso. Recebo praticamente todo dia no Whatsaap reclamação, seja da região sudeste, noroeste, Araguaia, nortão e até da Baixada Cuiabana. Vamos cobrar um relatório que responsabilize a Energisa e cobre soluções definitivas para atender moradores das cidades e também dos mais de 500 assentamentos no Estado”, disse Thiago Silva.
Segundo Suelen Cristina, empresária do bairro da Manga, em Várzea Grande, sempre que chove ocorrem oscilações de energia e, muitas vezes, sua empresa acaba perdendo e queimando equipamentos como computadores e televisores, devido a problemas com a rede de energia.
Thiago Silva, que é vice-presidente da CPI da Energisa, defendeu durante a sessão legislativa que o relator da Comissão e o presidente apresentem o quanto antes o resultado final das apurações. Thiago Silva já garante que irá votar pela responsabilização da Energisa, que não tem cumprido seu papel em vários municípios e distritos rurais.

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Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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