CUIABÁ

MATO GROSSO

Mario Sergio Cortella é o entrevistado de março no programa Magistratura e Sociedade

Publicados

MATO GROSSO


A violência existente no Brasil, poder de resolutividade do Poder Judiciário e judicialização do cotidiano foram alguns dos temas abordados pelo professor e filósofo, Mário Sérgio Cortella no programa Magistratura e Sociedade de março. Cortella conversou com o desembargador Marcos Machado e a professora Liliane Capilé e o encontro está disponibilizado no canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no YouTube (@tjmtoficial).
 
 
“Quando se pensa nos desafios da magistratura, penso que o principal é não deixar que o eventual cansaço não se transforme em desalento. Há um cansaço forte na magistratura porque as demandas são imensas, as requisições são múltiplas, há alterações de conteúdo que antes eram menos variáveis e foram muito fortes. (…) A finalidade do Poder é servir e se a gente tem essa perspectiva na vida é lógico que o propósito de nossa vida fica muito mais expressivo e válido.”
 
Sobre violência, o professor afirmou ainda que “nós entendemos que nosso nível de violência hoje é menor que o nível que tivemos, antes, na história, seja no campo do alcance ou no campo da vitimização proporcional à população. Minha fala não significa que a gente se acalma, não é essa a questão, é que nós temos hoje um nível de brutalidade nas relações que é menos admissível que o foi em outros tempos e, portanto, é muito mais ilegal que já foi em tempo anteriores na história humana em que a brutalidade tinha o seu lugar como recorrente ao cotidiano.”
 
O Magistratura e Sociedade é um programa idealizado pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso com o intuito de ofertar reflexão teórica a partir da perspectiva das ciências sociais, notadamente filosofia, sociologia e política social, viando o aperfeiçoamento da atividade jurisdicional, bem como ampliar o conhecimento de magistrados em ciências sociais.
 
 
  
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
 
Descrição das imagens: Foto1 – Fotografia quadrada e colorida. Na parte superior central a logo do Programa Magistratura e Sociedade, a foto do professor, escritor e filósofo Mário Sérgio Cortella acompanhados do texto: Convidado: professor, escritor e filósofo Mário Sérgio Cortella. Assista agora! Confira a entrevista completa no canal oficial do TJMT no YouTube. @TJMTOFICIAL. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Keila Maressa
Coordenadoria da Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Moradores do Planalto comemoram início das obras de asfalto novo: "Sonho de muitos anos"
Propaganda

MATO GROSSO

Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

Publicados

em

Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Leia Também:  Contas de Porto Alegre do Norte apresentam adequada posição financeira, orçamentária e patrimonial

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA