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Segurança Pública deflagra Operação Integrada Força Total em Sinop

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) iniciou na madrugada desta sexta-feira (11.03) a Operação Integrada Força Total, para intensificar as ações de combate à criminalidade em Sinop (497 km de Cuiabá). Somente nas primeiras horas foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, além da localização de armas e entorpecentes.

A Operação Força Total segue até o próximo domingo (13.03) e durante este período os moradores vão contar com uma maior presença das forças de segurança nas ruas de Sinop, que farão abordagens, checagem de pessoas e veículos, além de ações relacionadas à Lei Seca. Nas primeiras horas foram apreendidas quatro armas de fogo, porções de maconha e pasta base de cocaína.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, esteve na abertura da operação e destacou que a meta é levar mais segurança e garantir o livre direito de ir e vir do cidadão. “Esta ação vem para melhorar a qualidade da segurança da população. A ação obteve diversos flagrante, apreensões e prisões e é isso que a gente quer, tirar de circulação aquelas pessoas que vem atrapalhar a paz da sociedade”, destacou.

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Para a ação, foram identificados os pontos mais críticos de criminalidade no município, onde serão intensificadas as ações com objetivo de localizar foragidos da Justiça com o cumprimento de mandados judiciais, além de tirar de circulação armas de fogo e entorpecentes, conforme explicou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM Jonildo José de Assis, também presente no lançamento.

“Os policiais integrados estão nas ruas desde as 3h da manhã e a partir de agora, serão intensificadas as ações ostensivas, abordagens com barreiras. A ideia combater o tráfico doméstico de drogas, o porte ilegal de armas, além de cumprimento de mandados de operação e fiscalização de trânsito”, disse Assis.

A operação integrada conta com mais de 90 homens das forças de segurança, como o Corpo de Bombeiros Militar, Polícias Judiciária Civil e Militar, Politec, Polícia Penal, Guarda Municipal de Segurança e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Do município de Sorriso, foram deslocados a equipe da Força Tática da PM e o Águia 05 do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

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O comandante do 3º Comando Regional da Polícia Militar, coronel PM, Wesney de Castro Sodré, lembrou que esta é uma ação necessária devido ao desenvolvimento do município. “Sinop hoje está em crescimento acelerado, o que acaba trazendo fortes impactos na segurança pública. Com essa operação trazemos um enfrentamento qualificado contra essa onda de violência com o objetivo de reduzir indicadores criminais”, disse.

O delegado Regional da Polícia Civil, Carlos Eduardo Munis Santos, destacou a grandiosidade da operação e a maior presença do Estado, ressaltando que as forças de segurança sempre estão à disposição da comunidade. “Estamos trabalhando de forma integrada e a população pode confiar na polícia e vejam isso com um abraço ao cidadão sinopense”, finalizou.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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