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Operação integrada combate a extração ilegal de madeira na Estação Ecológica do Rio Ronuro

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), a Polícia Militar – Equipe Raio de Sinop – e a Secretária Estadual do Meio Ambiente (Sema) deflagraram na manhã de segunda-feira (26.02), a Operação Porteira Fechada, com foco no combate a extração ilegal de madeira na Estação Ecológica do Rio Ronuro.

A ação teve como objetivo localizar pontos estratégicos de retirada de madeira e combater as organizações criminosas instaladas na região envolvidas na extração ilegal madeira, realizando patrulhamento com abordagens e trabalho de inteligência coletando informações.

Durante os trabalhos, as equipes se depararam com um tronco atravessado na estrada, modus operandi utilizados pelos criminosos para impedir acesso e fiscalizações dos órgãos competentes.

Nome da operação

O nome da operação faz referência a atuação dos criminosos, que audaciosamente colocam porteiras, correntes e tronco de árvores nos locais de acessos dentro da estação ecologia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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