MATO GROSSO
MPMT credencia organizações para coleta de material reciclável
MATO GROSSO
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) publicou edital de chamamento público visando ao credenciamento de organizações da sociedade civil para a realização de serviços de coleta, transporte, triagem, processamento e destinação final de materiais recicláveis e recuperação de objetos reutilizáveis em Cuiabá e Várzea Grande. Entre os materiais a serem recolhidos das unidades ministeriais estão papel, pilhas e baterias, lâmpadas, sucatas de itens de informática e sucatas de móveis. A estimativa trimestral de resíduos recicláveis descartados é de 3.270 quilos, sendo a maior parte (60%) de papel.
O prazo de vigência do chamamento público será de 36 meses, a contar da data da publicação do edital (04/02/2022). Poderão participar as associações e cooperativas que estejam formal e exclusivamente constituídas por catadores de materiais recicláveis e tenham a catação como única fonte de renda; não possuam fins lucrativos; possuam infraestrutura para realizar a triagem e a classificação dos resíduos recicláveis descartados; e apresentem o sistema de rateio entre os associados e cooperados.
Interessados deverão encaminhar o requerimento de credenciamento preenchido (anexo II do edital) para o e-mail recicla.mp@mpmt.mp.br, acompanhado de cópias digitalizadas dos documentos relacionados no item 5.1 do edital. A aprovação ou não do cadastro será informada ao interessado no prazo máximo de 30 dias, contados da entrega da documentação, por meio de correio eletrônico. Os credenciados firmarão Termo de Acordo de Cooperação com o MPMT.
Acesse aqui o edital.
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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