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Dono de supermercado é preso em flagrante por comércio irregular de GLP

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O proprietário de um supermercado em Várzea Grande foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (23.02), em uma ação conjunta da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e Agência Nacional de Petróleo (ANP), para fiscalização de denúncia de comércio irregular de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha.

A ação foi deflagrada após denúncia oferecida à Delegacia do Consumidor, que averiguou os fatos e confirmou que o supermercado, localizado no bairro São Simão, estava comercializando botijões sem a devida autorização, colocando em risco a vida, a integridade física e o patrimônio dos clientes e dos vizinhos.

Com base nas informações, a equipe da Decon e da ANP foram até o local, onde foram encontrados 12 botijões de gás GLP armazenados, em um espaço confinado e sem ventilação natural que ficava no interior do supermercado, o que poderia levar a vazamentos e até a uma explosão em área residencial habitada.

O fiscal da ANP constatou que o supermercado não possui autorização da Agência Federal para armazenar e comercializar botijões de gás de cozinha.

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O supermercado foi autuado pela ANP e a multa pode chegar a R$ 5 milhões de reais, enquanto que o proprietário do local foi preso em flagrante delito por crime contra a ordem econômica, com pena que pode chegar aos 5 anos de prisão e multa, e foi encaminhado à audiência de custódia no Fórum da Capital.

O delegado da Decon, Rogério Ferreira, destacou que Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor averigua todas as denúncias que recebe e, neste ano de 2022, as ações de combate ao comércio ilegal de gás GLP em Cuiabá e Várzea Grande serão intensificadas.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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