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Ministra conhece projeto da Banda da Polícia Civil Mirim de Barra do Garças

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Assessoria | Polícia Civil-MT

 

Uma cópia do projeto musical, “Banda da Polícia Civil Mirim”, desenvolvido pela Polícia Civil no município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá) e região foi entregue para a ministra da Mulher Família e Direitos Humanos, Damares Alves, na última sexta-feira (28.01).

O trabalho social voltado para a música voltado para jovens, incluindo indígenas é idealizado pelos delegados de polícia, Wilyney Santana Borges e Adriano Alencar, voltado para jovens, incluindo indígenas. O projeto conta também com o apoio importante do escrivão Marcilon Pereira de Sousa, o qual é o maestro da banda e fala a língua Xavante, além de ser pai adotivo de um jovem indígena.

 

Conforme o delegado Regional de Barra do Garças, Wilyney Santana Borges, o projeto segue a filosofia de Polícia Comunitária, tendo como eixo principal, ações preventivas em Segurança Pública do Vale do Araguaia.

Em busca de parcerias e ampliação, foi buscado apoio do Governo Federal e Municipal para que o projeto que já funciona, seja expandido para mais jovens, prevenindo que estes possam se envolver com situações adversas ao pleno desenvolvimento como crianças e adolescentes, promovendo assim cidadãos com formação cultural, musical e de cidadania.

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“Acreditamos que o projeto terá outros apoios e cumprirá a missão de aproximar os policiais da comunidade, angariando assim respeito institucional para a Polícia Civil e formando jovens que ao aprender tocar os instrumentos musicais possam adquirir uma profissão”, disse Wilyney Santana Borges.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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