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Sergio Souza é o novo 4º secretário da Câmara dos Deputados

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O deputado Sergio Souza (MDB-PR) foi eleito neste sábado para o cargo de 4º secretário da Câmara.

Nascido em Ivaiporã, no Paraná, em 1971, Souza está no terceiro mandato como deputado federal. É graduado em Direito pela Universidade Tuiuti do Paraná e tem especialização em Direito Eleitoral pela UniCuritiba. Foi advogado e sócio da Sergio Souza & Advogados Associados (2003 – 2011).

Foi eleito, em 2010, para a primeira suplência no Senado Federal, na chapa da ex-senadora e atual deputada Gleisi Hoffmann. Após ela ser nomeada ministra da Casa Civil, Sérgio Souza assumiu, em 2011, a titularidade do cargo de senador, onde permaneceu até 2014.

Filiado ao MDB, foi vice-líder do partido na Câmara várias vezes. Em 2023 e 2024, exerceu o cargo de vice-líder do bloco MDB-PSD-Republicanos-Podemos. 

Atuação
Na Casa, também já foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão (2015-2016); presidente Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (2017); presidente da Comissão de Finanças e Tributação (2019); e p
residente da Frente Parlamentar  da Agropecuária (2021-2022).

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Reportagem – Lara Haje
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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