POLITÍCA NACIONAL
‘Quando elas se movimentam’, documentário da TV Senado, será exibido no Cine Brasília
POLITÍCA NACIONAL
O documentário Quando Elas se Movimentam, produzido pela TV Senado, será exibido no Cine Brasília na terça-feira (25). O evento vai começar às 18h30, com um debate sobre a obra. A exibição, que será gratuita e aberta ao público, faz parte da programação do “Março Mulheres 2025” e da comemoração dos 10 anos do Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça no Senado.
Dirigido por Susanna Lira, o documentário homenageia três mulheres pretas que, com suas histórias de superação, transformaram suas vidas e passaram a ocupar espaços, mostrando o fio recente das mudanças sociais no Brasil. As protagonistas são a juíza Antônia Faleiros, do Tribunal de Justiça da Bahia, a atriz Luana Xavier e a psicóloga Angélica da Silva Pinto.
A juíza Antônia Faleiros e a atriz Luana Xavier estarão na mesa de debate antes da exibição do filme. A cineasta e professora da Universidade de Brasília (UnB) Edileuza Penha; a coordenadora do Comitê de Gênero e Raça do Senado, Stella Maria Vaz; e a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, também vão participar do debate. A mesa será mediada pela diretora da Secretaria de Comunicação do Senado, Érica Ceolin.
Quando Elas se Movimentam estreou na TV Senado no Dia Internacional da Mulher (8/3). Está disponível na plataforma Globoplay, que respondeu à chamada pública do Senado para a distribuição do documentário nos streamings. A chamada continua aberta (Acesse aqui). Um trailer do filme pode ser visto no YouTube.
Comitê
O Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça do Senado completa 10 anos em 2025, mantendo o foco na construção de um ambiente mais inclusivo e equitativo. Ao longo da última década, promoveu ações e campanhas que impactaram diretamente a cultura institucional do Senado, consolidando-se como referência no compromisso com a diversidade e o respeito.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA MT
TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada
O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.
A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.
Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.
Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.
A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.
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