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Esperidião Amin defende recuperação da 2ª pista do aeroporto de Navegantes

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O senador Esperidião Amin (PP-SC), defendeu, em pronunciamento nesta terça-feira (26), a resolução dos problemas no aeroporto de Navegantes, em Santa Catarina. Ele mencionou a participação em uma sessão de mediação no Supremo Tribunal Federal (STF), presidida pelo ministro Cristiano Zanin, para resolver impasses gerados pelo contrato com a concessionária do aeroporto.

— Nesse esforço de recompor o direito federativo do estado de Santa Catarina, que as condições do edital abortaram, nós temos a perspectiva de, até março, termos uma negociação…União, estado, município de Navegantes e a concessionária, para estabelecermos um compromisso com encargos financeiros para todas essas partes e, com isso, garantirmos o sítio aeroportuário de Navegantes, garantirmos um novo acesso para o novo terminal de passageiros, que será necessário, e dar a Santa Catarina e ao Brasil uma estrutura logística à altura do que nós representamos e do que o Brasil e Santa Catarina merecem — disse.

O senador também mencionou um requerimento da Comissão de Serviços de Infraestrutura para a realização de audiência pública sobre a situação das concessões de rodovias no Brasil. O debate contará com o ministro dos Transportes, Renan Filho; especialistas do Tribunal de Contas da União (TCU);  e outros convidados, com o objetivo de discutir os desafios e avanços no setor rodoviário.

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Segundo Esperidião Amin, há carência de metas claras nos contratos de concessão atuais e futuros, um problema que, segundo ele, compromete o cumprimento de prazos e a qualidade dos serviços prestados. O senador ressaltou que as primeiras renegociações de contratos, que podem prorrogar vigências por até 15 anos, devem incluir mecanismos mais rígidos de metas e incentivos para melhorar os resultados.

— Tomarmos esses cuidados para errar menos e acertar mais é o mínimo que devemos à sociedade brasileira, e é o que eu devo à sociedade catarinense, que hoje convive com o angustiante problema da BR-101, trecho norte — entre Florianópolis, passando por Balneário Camboriú e Itajaí, até Joinville —, e vive o drama de não ter possibilidade de haver previsão de duração de viagem no tempo, tal é o transtorno que deve ser hoje no mapa do Brasil o pior problema de rodovia federal do Brasil — concluiu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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