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CRE voltará a avaliar política de cibersegurança em 2025

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A Comissão de Relações Exteriores e Defesa  Nacional (CRE) aprovou nesta terça-feira (22) requerimento do senador Esperidião Amin (PP-SC) para que a Política Nacional de Cibersegurança seja novamente avaliada neste ano (REQ 5/2025 – CRE). Na solicitação, o senador destaca o agravamento dos ataques cibernéticos no país e cobra ações mais efetivas do Poder Executivo.

De acordo com Esperidião Amin, em 2024, os prejuízos causados pelos crimes cibernéticos no país, chegaram a 18% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme dados do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime (INCC) e do Fórum Econômico Mundial. As principais vítimas, aponta o documento, são empresas de pequeno e médio porte.

“A situação é alarmante. O Brasil se tornou, em 2024, o país mais atacado por crimes cibernéticos na América Latina, segundo relatório da Google”, alertou o senador. O requerimento menciona também que o número de fraudes digitais evitadas cresceu 10,4% em relação a 2023, alcançando R$ 51,6 bilhões em potenciais perdas.

Esperidião Amin lembrou ainda que, apesar das recomendações feitas pela CRE em 2024 — entre elas, a criação de uma Agência Nacional de Cibersegurança —, o governo federal ainda não encaminhou proposta ao Congresso para viabilizar essa estrutura. Para o senador, a centralização do combate aos crimes cibernéticos e a coordenação entre os setores público e privado são medidas urgentes.

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“Avaliando novamente essa política pública, poderemos acompanhar a implementação das ações e propor soluções mais robustas para mitigar os efeitos danosos dessa realidade que afeta todos os segmentos da sociedade brasileira”, concluiu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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